Sunday, 10 August 2008

Pierrôt e Colombina! Uma graça!

Está ai, minha lição Ana, sobre Pierrôt e Colombina!!

É um resumo da história que eu fiz.

Pierrôt e Colombina cresceram juntos e eram muito amigos. Pierrôt se tornou padeiro e fazia pães e doces para alegrar a vida dos habitantes de sua cidadezinha e o coração de sua amada. Ele não tinha coragem de se declarar para Colombina pois ele era muito tímido, e costumava escrever longas cartas de amor para sua amada, porêm não tinha coragem de enviá-las. Um belo dia de verão aparece na cidade um alegre trovador chamado Arlequim, ele encanta a todos com suas histórias e canções. Colombina é seduzida e se apaixona por ele, ela o segue deixando sua cidade e seu amigo Pierrôt que fica muito triste e deprimido.Chega o inverno, e com ele dificuldades para a sobrevivência, Arlequim e Colombina sofrem muito, a moça sofre muito. Em uma noite de inverno, ao contemplar a lua, a moça relembra seu amigo Pierrôt e encontra uma carta com uma declaração de amor, ela fica emocionada e foge para retornar para sua pequena cidade e rever Pierrôt. Os dois amigos se reencontram e vivem muito felizes juntos. Arlequim, com saudades de Colombina também retorna e para permanecer perto de sua amada fica amigo de Pierrôt. Assim os três amigos vivem felizes para sempre em meio aos pães e doces deliciosos feitos por Pierrôt.

3 comments:

ATREVINVENTOS said...

Espero que todos leiam e se inspirem no texto do Giulliano. Ele já me sugeriu (ele, o texto...) uma possibilidade, que é a de alguém (ou vários "alguéns") transformarem essa narrativa do Giulliano em um texto dialogado (portanto, dramatúrgico). Já pensou que bacana encenar essa história, com máscaras ao estilo commedia del´arte, no sarau de poesia?!?!?!? Candidatos, alistem-se!
(Cuidado na acentuação de "porém".)

Jun said...

Claaaaaaroooo...
que não.
(Giulliano faz o favor né cara, faz uns textos menos elaborados, se não a Ana pira e a gente fica fazendo "commedia del'arte" até o sarau de 2009).

Giulliano said...

Jun, meu grato querido.
Eu não tenho o mínimo de culpa, se nossa querida e amada professora tem idéias loucas.
Não quis sugerir nada, mas o texto acabou fazendo isso por mim, e consequentemente quem irá ter que sofrer com as consequências, somos nós, meros mortais.